quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Feira de Santana recebe apoio militar após onda de assassinatos

Mais de 150 policiais estão patrulhando a cidade
Feira de Santana recebe apoio militar após onda de assassinatos

































Em decorrência dos dezesseis assassinatos ocorridos em Feira de Santana desde o último final de semana, a Polícia Militar intensificou o policiamento na cidade com o apoio da Companhia Independente de Policiamento Especializado Litoral Norte, Pelotão de Choque e da Companhia de Operações Especiais – COE. O objetivo maior é prevenir que outros crimes aconteçam e identificar e reprimir os autores das mortes nos últimos dias.

De acordo com o Subcomandante da Companhia de Policiamento Regional Leste (CPRF), Tenente Coronel, Elenilson Santos, mais de 150 policiais estão patrulhando a cidade. Ele afirma que nas próximas horas vários crimes serão elucidados com a prisão dos suspeitos.

“Por questão estratégica não posso dizer um número exato, mas ultrapassa 150 homens que vieram para a cidade e desde ontem estão realizando um trabalho de identificação junto com a Coordenadoria da Polícia Civil para darmos à resposta imediata a sociedade”, disse o Subcomandante, reiterando que “uma pessoa já foi presa e tenho certeza que nas próximas 48 horas teremos muitos suspeitos presos e elucidados esses crimes”.

O reforço militar na cidade foi designado pelo próprio Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia, que ao ter conhecimento das diversas mortes entrou em contato com Comando em Feira de Santana e ofereceu as tropas. “O próprio Comandante Geral me ligou perguntando o que estava acontecendo, conversamos e ressaltei que nossos policiais estavam trabalhando intensamente, mesmo assim esses crimes aconteceram e ele nos ofereceu o apoio”, lembrou o militar.

PREOCUPAÇÃO

Ainda segundo o Subcomandante, a quantidade de mortes que são registradas em Feira de Santana, mensalmente, tem deixando as autoridades policiais preocupadas e inclusive a Secretaria de Segurança Pública. O Tenente Coronel atribui à violência no que ele chama de “supremacia das drogas” na cidade.

“Estamos destinando nossos esforços para inibirmos que esses fatos aconteçam, mas infelizmente por uma questão da supremacia das drogas em Feira de Santana nos causa surpresa a todo instante. Sabemos que a questão das drogas, atualmente, fere de morte a Segurança Pública”, ponderou.

A maioria dos dezesseis crimes registrados nos últimos dias foi consumada no bairro Queimadinha. Segundo o Subcomandante, o bairro está no topo no ranking de crimes e a maioria das mortes tem ligação com tráfico de drogas.

“Na maioria dos crimes no bairro Queimadinha tem ligação com o tráfico de drogas, infelizmente o bairro é campeão de homicídios e outras ocorrências policiais, para onde destinamos uma preocupação intensa com a aplicação de policiamento na parte preventiva e repressiva”, concluiu.

FONTE: http://www.jornalfolhadoestado.com/noticias/32404/feira-de-santana-recebe-apoio-militar-apos-onda-de-assassinatos

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

MOTORISTA DE CAMINHÃO TANQUE MORRE CARBONIZADO APÓS ACIDENTE, EM GUANAMBI


Um trágico acidente aconteceu no inicio da tarde desta terça-feira (27), na BR-030, rodovia que liga Guanambi ao município de Palmas De Monte Alto, nas proximidades do povoado Rancho das Mães. Um caminhão tanque, que transportava uma certa quantidade de combustível, capotou, explodiu e incendiou, matando o motorista.

O motorista Wilson dos Santos Silva Junior, 25 anos, não teve tempo de se salvar e morreu carbonizado no local. O caminhão ficou por horas em chamas. A Polícia Militar esteve no local controlando o trânsito. A rodovia teve uma das vias interditadas, haja vista que ainda havia riscos de mais explosões.

O DPT realizou o levantamento cadavérico e removeu o corpo da vítima para o IML de Guanambi. Um laudo pericial deverá informar as causas do acidente. (Informações Guanambi FM).
Centrais Sindicais brigam e protestos contra Dilma trazem cartazes dizendo: 'A Vaca Tossiu'



Teatro ou arrependimento real por parte das desacreditadas Centrais Sindicais?


Trabalhadores se dizem enganados e pressionada, centrais sindicais que apoiaram a reeleição de Dilma, fazem protestos pelo Brasil>>>



"A vaca tossiu", diziam cartazes empunhados por militantes da Força Sindical na Avenida Paulista, em meio a um protesto organizado pelas maiores centrais sindicais do país para se opor às "medidas impopulares" adotadas pelo governo recentemente.

REVEJA: Com rombos para todos os lados, Governo anuncia corte de R$ 18 Bilhões em benefícios trabalhistas

A frase é uma referência a uma declaração feita pela presidente Dilma Rousseff em setembro, durante a corrida eleitoral, quando ela garantiu que não iria mexer no direito dos trabalhadores "nem que a vaca tussa".

Para muitos sindicalistas, a presidente quebrou sua promessa de campanha ao mudar, com duas medidas provisórias, as regras de acesso ao benefícios trabalhistas e previdenciários ? como pensão por morte, abono salarial, auxílio doença e seguro-desemprego.

Por isso, nesta quarta-feira, as principais centrais sindicais do país organizaram protestos conjuntos em diversas cidades brasileiras para pedir a revogação dessas medidas.

Estiveram envolvidas nas marchas desde a Central Única dos Trabalhadores (CUT) até a Força Sindical, Conlutas e UGT.

Mas se parece haver um descontentamento geral entre os sindicalistas com as novas políticas adotadas pelo governo para ajustar suas contas, também há divisões importantes entre seus movimentos, como explica o sociólogo Paulo Baía, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Enquanto algumas centrais como a Força Sindical flertam com partidos de oposição, a CUT sempre foi mais próxima do governo ? tendo, inclusive, apoiado a candidatura de Dilma ao segundo mandato.

"Os sindicalistas que apoiaram a presidente agora estão em uma saia justa para explicar mudanças em direitos trabalhistas e previdenciários", diz Baía.


CUT EM CIMA DO MURO


"A CUT ainda parece estar cuidadosa para não bater de frente com o governo ? sua participação nos protestos parece quase um jogo de cena. Mas, se o governo continuar a anunciar essas medidas impopulares, ela vai ter de fazer uma escolha. Precisará sair de cima do muro se quiser levar as pessoas para as ruas", opina.

No protesto desta quarta-feira, os líderes sindicais filiados a CUT de fato evitaram críticas diretas a Dilma, apesar de reclamar da "falta de diálogo" com o governo.

Uma militante da Central chegou a discutir com um manifestante com camisa da Força Sindical que carregava uma bandeira em que se lia:"Fora Dilma".

"Não dá para partidarizar a nossa luta. Você tem de por aí também um 'Fora Alckmin!'", disse ele.

"O problema é que os cortes (nos benefícios sociais) foram decididos com uma canetada. Não consultaram nenhum representante dos trabalhadores", opina Tião Cardoso, secretário-geral da CUT em São Paulo.

Erick Silva, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Carlos, ligado a CUT, garante que a central sindical consegue separar sua militância petista de seu trabalho como representante dos trabalhadores.

"Nossa visão é que há um jogo de forças dentro governo. A administração federal está errando ao tomar medidas que favorecem mais o mercado financeiro, mas vamos trabalhar para recobrar um equilíbrio de forças a favor dos trabalhadores", explica.


Medidas


As mudanças a que as centrais sindicais se opõem fazem parte de uma série de medidas anunciadas pela nova equipe econômica para ajustar as contas do governo ? e que incluem, além de cortes de gastos públicos também um aumento de alguns impostos (como o IOF).

Nesta terça-feira, Dilma defendeu os ajustes em sua primeira reunião ministerial do segundo mandato.

"Tomamos algumas medidas de caráter corretivo, ou seja, medidas estruturais que se mostram necessárias", disse a presidente. "Estamos diante de da necessidade de promover um reequilíbrio fiscal."

O governo prometeu sentar com as principais centrais sindicais do país para discutir o tema do seguro-desemprego ? e não está claro se pode ceder em algum ponto.

As duas medidas provisórias que alteram o acesso aos direitos trabalhistas e previdenciários também precisam ser aprovadas no Congresso.

Elas estipulam, por exemplo, que os trabalhadores precisarão trabalhar 18 em vez dos atuais 6 meses para poder receber o seguro-desemprego.

"Dilma mentiu e estamos protestando para mostrar que não vamos tolerar isso", diz Marcos Sandoval, diretor do Sindicato Nacional dos Aposentados, que segura um dos cartazes com referência à promessa supostamente quebrada da presidente.

Os sindicatos prometem mais protestos para pressionar o Legislativo a fazer mudanças. Para Baía, porém, ainda não está claro se eles conseguirão uma mobilização social significativa em torno do tema.

"Eles terão de encher as ruas para sensibilizar o novo Congresso. E durante os protestos de junho de 2013, por exemplo, ficou claro que muita gente não se sentia representada pelos sindicatos", diz Baía. (Informações de BB Brasil)

Santa Rita de Cássia: Bancário morre no Hospital do Oeste após atear fogo no corpo


Gustavo Roberto Nunes, 24 anos, natural de Patrocínio/MG, morreu na tarde de ontem, 27, no Hospital do Oeste, em Barreiras, Oeste da Bahia, onde estava internado na ala de queimados, após ter ateado fogo em seu próprio corpo.

A vítima de tentativa de suicídio tinha queimaduras em cerca de 50 por cento do corpo. De acordo com informações policiais, Gustavo se encontrava com elevado grau de depressão e usou gasolina para colocar fogo em seu corpo.

A tentativa de autoextermínio aconteceu no dia 19 deste mês, no município de Santa Rita de Cássia, município localizado na divisa com o Estado do Piauí. Luis Fernando Reis, cirurgião do Hospital do Oeste encaminhou relatório ao Departamento de Polícia Técnica, informando que o corpo do paciente estava em quadro de choque refratário.

Na ocorrência registrada no Complexo Policial do bairro Aratu, em Barreiras, consta que o mesmo morava na Praça Rui Barbosa, no centro de Santa Rita de Cássia, onde será sepultado após liberação do Instituto Médico Legal. Agentes da unidade policial disseram que a vítima trabalhava na agência bancária da Caixa Econômica Federal da cidade.

fonte: informações e foto do portal aloalosalomão.com.br

Filha de sargento é vitima de abuso sexual

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Na última quinta feira (22/01) a filha do sargento Messias da Polícia Militar Rodoviária com sede em Caldas Novas foi vítima de abuso sexual. A criança tem apenas 04 anos. Segundo o policial, sua filha que mora na cidade de Cristalina (285 km de Goiânia) região do entorno de Brasília, estava brincando próximo de sua casa quando um homem que estava em um GM Monza de cor vinho aproximou da menina e a colocou dentro do carro e saiu tomando rumo ignorado. Após 15 minutos a mãe sentiu a falta da criança e as outras meninas disseram que um tio havia pego ela e levado. O homem levou a menina para um matagal e ficou com ela em seu poder por cerca de 02 horas.
A criança então foi abandonada duas ruas do local onde foi seqüestrada e o autor ainda disse a ela que fosse pra casa e não contasse nada a ninguém se não ele voltaria para pega-la de novo. Em casa a filha do sargento contou que o homem havia feito sexo oral com ela. A menina foi submetida a exames que comprovaram os abusos. Uma testemunha viu a hora que a criança foi deixada na rua e viu também o homem dizendo que era para ela voltar para casa e não contar para ninguém. O pai da criança entrou em desespero ao saber do fato e junto com outros policiais começou a levantar quem seria o suposto autor dessa barbárie contra sua filha de 04 anos.
O pai então descobriu que o homem já havia sido preso por atentado violento ao pudor, ou seja, havia corrido atrás de outras crianças. O autor então tinha rosto, nome e endereço.
(Informações do Plantão Polícial)

Jovem é encontrado morto no bairro Limoeiro em Feira de Santana 

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Um jovem ainda não identificado, que aparenta ter aproximadamente 25 anos de idade, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (28/01), no final da Rua Brusque, no bairro Limoeiro, em Feira de Santana.

Moradores informaram à polícia que ouviram barulho de tiros por volta das 19h de ontem (27/01), mas não reconheceram a vítima. O corpo foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde aguarda reconhecimento de familiares. O crime será investigado pela Delegacia de Homicídios.

Jovens detidas após beijo gay em culto pedem R$ 2 milhões a Feliciano

beijo_litoral
Duas jovens que foram detidas em 2013 durante um culto evangélico do deputado federal e pastor Marco Feliciano, no litoral norte de São Paulo, pedem indenização de R$ 2 milhões ao parlamentar por danos morais. Ele ordenou a prisão a delas, que na época eram namoradas, após um beijo durante um evento gospel.
A defesa das duas mulheres – Joana Palhares Pereira, de 20 anos, e Yunka Mihura, 24 anos anos -, entrou com a ação na Justiça neste mês. Além da ação contra o deputado, também há um processo contra a Prefeitura de São Sebastião, responsável pela segurança no local. A prisão delas foi feita pela Guarda Municipal durante o Glorifica Litoral, show religioso que aconteceu no município em setembro de 2013.
O advogado das jovens, Daniel Santos Oliveira Galani, aponta na ação que a prisão foi arbitrária, motivada por homofobia e sem embasamento legal. Ele conta que até hoje as jovens são identificadas nas ruas e nas redes sociais, sendo frequentemente constrangidas e agredidas.
“O que o deputado fez naquele culto foi desrespeitar os direitos humanos, agredindo publicamente minorias por meio de um discurso de ódio. Reuni no processo cerca de 300 mensagens ofensivas que elas receberam só pela internet após o fato. Elas foram ameaçadas”, disse Galani .
Durante a pregação, Feliciano viu do palco as jovens se beijando e acionou a segurança do evento. Na ocasião, ele afirmou que elas não tinham respeito ao pai, à mãe e à mulher. “A Polícia Militar que aqui está, dê um jeitinho naquelas duas garotas que estão se beijando. Aquelas duas meninas têm que sair daqui algemadas. Não adianta fugir, a guarda civil está indo até aí. Isso aqui não é a casa da mãe Joana, é a casa de Deus”, disse Feliciano para os fiéis.
No caso da ação contra o governo municipal, ele aponta o uso de força excessiva da guarda municipal e o cumprimento arbitrário da voz da prisão dada por Feliciano. “Elas sofreram danos físicos e saíram algemadas do evento. São duas meninas com menos de 60 quilos, foi desproporcional”, afirmou o defensor.
Uma das jovens, Joana Palhares, acredita que a ação pode ser um divisor para todos os homossexuais que sofrem discriminação. “Ele fez tudo aquilo achando que ia sair impune, ele incitou a violência. É preciso frear esse tipo de atitude, não é pelo dinheiro, mas sim pelo respeito que nós merecemos e exigimos”, afirmou.
Segundo ela, o beijo próximo ao palco onde o pastor celebrava o culto teve como objetivo protestar contra declarações homofóbicas do deputado. “Nós levamos cartazes e a guarda pegou. Decidimos protestar com aquele beijo e não havia nada de errado, o evento era público, na cidade em que eu morava até então”, disse. As duas jovens não namoram mais e vivem hoje na cidade vizinha, Ilhabela (SP).
G1